Propósito do blog

Olá, o propósito desse blog é informar tanto leigos como experts no assunto de arqueologia, ufologia e outros carros bizarros que acontecem no mundo e permanecem sem explicação. Meu 'mentor' para criação e inspiração do blog é o Erik Von Daniken escritor de 'Eram os Deuses astronautas'.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Irlanda do norte 2 - Calçada dos Gigantes


•Onde
localizada na costa nordeste da Irlanda, a cerca de 3 quilómetros a norte da vila de Bushmills, no condado de Antrim, Irlanda do Norte.

•Idade
 No século XXVII, nada parecido havia sido visto antes. 

•O que é
A Calçada dos Gigantes é a designação dada a um conjunto de cerca de 40 mil colunas prismáticas de basalto, encaixadas como se formassem uma enorme calçada de pedras.
Calçada dos gigantes

•História Completa

A Calçada do Gigante, ou como é conhecida em inglês "Giant's Causeway", dá o nome de Causeway Coast à costa nordeste da ilha da Irlanda, situada na Irlanda do Norte, território que é parte do Reino Unido.
A Causeway Coast é a denominação dada àquela secção da costa da Irlanda do Norte que é sobretudo uma região turística, atraindo visitantes que procuram em primeiro lugar a "Calçada do Gigante". Mas existem outros motivos de interesse na região como a Destilaria do famoso whisky Bushmills, ou as pacatas cidades costeiras de Portrush e Portstewart com praias de magnífica beleza.



Giant's Causeway é uma formação geológica na costa norte da Irlanda do Norte constituída por 40.000 colunas de basalto com formas poligonais muitas vezes perfeitas e colocadas lado a lado assemelhando-se a uma calçada para gigantes. Tem uma beleza rara junto ao mar e é estrondoso o facto da sua existência ser natural e justificada pela geologia, mas mantém um mistério secular derivado da aparente artificialidade que dificilmente faria imaginar que não há ali mão humana. Por tudo isto atrai milhares de turistas e é classificado como Património Mundial.






Giant's Causeway gerou desde sempre grande admiração pelo carácter misterioso e lendário da formação rochosa. De facto, diz a lenda irlandesa que Finn Mac Cumhail, sábio e mágico chefe dos antigos guerreiros celtas Fianna, depois de comer o "salmão do conhecimento" tornou-se gigante. Para poder enfrentar Benandonner, um dos seus rivais gigantes que vivia na Escócia, Finn transformou rochas em colunas de uma calçada que construiria até à Escócia.





A explicação geológica para esta formação diz que na região de Antrim pré-histórica havia actividade vulcânica. As rochas de basalto que saíram de uma erupção deixaram estas fantásticas colunas, na maioria hexagonais, mas também com mais ou menos arestas.







Em Giant's Causeway existe um Centro de Visitas que é uma espécie de museu com alguns serviços de apoio. Existem também inúmeros trilhos ao longo da costa que podem ser exploradas obtendo fantásticos panoramas da costa e da formação geológica.




Fonte: 




Egito 2- Esfinge submersa?



Você sabia que há milhões de anos o planalto de Gizé estava submerso?
Foi o que o egiptólogo mais conceituado descobriu mapeando os blocos de pedra da esfinge.
A esfinge é feito de CALCÁRIO!

Originalmente o 'corpo' da esfinge já estava pré-formado, então foram moldando e acrescentando mais blocos para fazer a cabeça humana e o corpo de leão.



•A Grande Esfinge fascina viajantes há séculos
Mais respeitosamente, o rei Thutmose IV acreditava que a Esfinge falava com ele quando ele adormecia sob sua sombra. Ele sonhou que a figura pediu a ele para limpar as areias invadidas do deserto que o sufocavam e, como prêmio, a Esfinge prometeu a Thutmose IV o trono do Egito. Quando esses eventos passaram, para memorizá-los o rei ergueu um marcador de pedra entre as patas da Esfinge. Como as pirâmides, a Esfinge apresenta o mundo como um mistério para confundir as eras.

Tutmosis IV

•Curiosidade 1
Há quem diz que Napoleão usava o nariz da esfinge como tiro ao alvo, mas ja foi provado que o nariz desapareceu muito antes da época de Napoleão. Os egiptólogos acreditam que o nariz foi arrancado propositalmente. 

•Curiosidade 2
Sabia que as pedras que cobrem a camada de calcário da Esfinge tem 'idades' diferentes? Acredita-se que os povos que por ali passavam cobriam a Esfinge com camadas de blocos para preservar o calcário.
Alguns dos blocos de pedra da Esfinge possue o selo do rei tutmosis IV.


•Curiosidade 3
Há traços de tinta azul até hoje 'escorrendo' na Esfinge.(Vou deixar claro, não é literalmente escorrendo, mas há tinta seca 'escorrida').
Infelizmente não achei fotos, mas no documentário da National Geographic Channel: Os enigmas da grande Esfinge, há uma parte que eles mostram a tal tinta azul.


•Hoje, pó de Esfinge.
Hoje a Esfinge está se deteriorando, aos poucos o calcário exposto está se desfazendo, um dia talvez não tenhamos mais a Esfinge entre nós.



Fonte: National Geographic Channel documentário: Enigmas da Grande Esfinge, em inglês 'TREASURES OF EGYPT: SECRETS OF THE SPHINX'.


quinta-feira, 3 de março de 2011

Pequena Curiosidade Noturna 4 - Caveiras De Cristal



•As Caveiras de Cristal



No novo filme de Indiana Jones, aparecem várias caveiras de cristal – que, se unidas, viram uma imbatível arma de guerra. E na vida real, fora do cinema, os mitos não deixam por menos. Há quem diga que as caveiras são geradores de energia ou computadores fabricados por civilizações alienígenas. Uma das caveiras, que teria sido esculpida pelos maias 3 600 anos atrás, promete poderes ainda mais bizarros. Bastaria tocá-la para se curar de qualquer doença (ou encomendar a morte de alguém). Existe até uma seita, no México, para a qual as caveiras precisam ser reunidas até dezembro de 2012 – do contrário, a Terra sairá de órbita, com conseqüências catastróficas para a humanidade. Nada disso tem fundamento científico. Mas, na vida real, as caveiras de cristal realmente existem.








Há pelo menos 12 delas, supostamente de origem pré-colombiana, em museus e acervos particulares. A mais famosa teria sido descoberta por Frederick Mitchell-Hedges, em 1924, no Belize (América Central). É um crânio esculpido em quartzo, com 13 centímetros de altura e 5 quilos. Em 1970, o pesquisador Frank Dorland analisou o objeto, o que teria revelado dois detalhes intrigantes. A caveira realmente foi esculpida a partir de um bloco de quartzo, mas no sentido errado – o que, em tese, deveria ter quebrado o cristal. E a superfície do objeto era absolutamente uniforme, sem arranhões, sugerindo o uso de uma tecnologia que os maias certamente não tinham. Para os mais crédulos, isso serviu como prova de que as caveiras seriam obra de alienígenas. Dorland propôs uma tese um pouco menos mirabolante, mas que também não é fácil de engolir. Para ele, o objeto teria sido esculpido à mão pelos maias, com areia e água, num processo extremamente lento – que poderia ter levado de 150 a 300 anos. Será possível? O arqueólogo Paulo Zanettini, da Universidade de Campinas (Unicamp), que viu uma das caveiras no Museu Antropológico da Cidade do México, acredita que os povos da América Central eram capazes de fazer esse tipo de polimento. “A sofisticação deles era inimaginável.”





Mas, provavelmente, a solução do mistério é bem mais simples. Estudos recentes comprovaram que duas das caveiras de cristal, a do British Museum e a do Museu Quai Branly, na França, são fraudes. Os objetos contêm traços de polimento e perfurações características de instrumentos modernos, como os utilizados por joalheiros europeus a partir do século 19 – mais precisamente os do sul da Alemanha, onde as duas caveiras teriam sido fabricadas.






•O QUE DIZ INDIANA


- Existem várias caveiras de cristal, mas apenas uma já foi descoberta. Acredita-se que as caveiras tenham poderes paranormais.


- Mesmo sendo feita de cristal, material que não é magnético, a caveira atrai objetos metálicos – o que supostamente é um indício do seu poder.


- A principal caveira de cristal do filme é a de Mitchell-Hedges, que realmente existe na vida real (veja mais no texto da página ao lado).


- As caveiras são motivo de disputa entre Indiana e os vilões do filme, os soviéticos, que querem transformá-las em arma de guerra.




quarta-feira, 2 de março de 2011

Pequena Curiosidade Noturna 4 - China - Pedras Dropa



-Local
Montanhas Baian-Kara-Ula, China.


-Idade
10.000 à 12.000 anos de idade.


-História Completa


*Um historiador chinês 'diz' que traduziu esses hieróglifos, mas há céticos que acreditam que são apenas discos com gravuras.*


Em 1938, uma expedição arqueológica liderada pelo Dr. Chi Pu Tei nas montanhas Baian-Kara-Ula da China, fez uma surpreendente descoberta em algumas cavernas que aparentemente foram ocupadas por alguma cultura antiga. Enterradas sob a poeira das eras, no chão da caverna haviam centenas de discos de pedras. Medindo aproximadamente 23cm de diâmetro, cada uma possui um círculo cortado no centro, e foi talhada com uma ranhura espiral, fazendo com que se pareça, com muita semelhança, a um antigo disco de vinil, de 10.000 à 12.000 anos de idade. As ranhuras espirais, como se constatou mais tarde, são na verdade compostas de pequeninos hieróglifos que contam a incrível história de espaçonaves de algum mundo distante, que aterrissaram nas montanhas. As naves eram pilotadas por pessoas que se auto-denominavam os “Dropas”, e os restos de seus descendentes, possivelmente, foram descobertos na caverna.




Fonte: portugalparanormal.com/index.php?topic=1346.

Egito 2 - Luz de DENDERA - Iluminação elétrica nas tumbas egípcias?




Os Faraós usaram lâmpadas elétricas durante a construção de suas tumbas? Há, segundo alegam alguns, evidência para tal.
Em primeiro lugar há algo faltando: Fuligem! Em nenhum dos aproximadamente 400 sistemas subterrâneos de túmulos podemos encontrar qualquer traço de fuligem, embora os túneis e câmaras tenham sido escavados com precisão na pedra e freqüentemente tenham sido pintados de forma bem artística. As lamparinas disponíveis aos egípcios – velas, tochas, lamparinas a óleo – deixariam fuligem de forma inevitável. Então como os egípcios iluminaram tudo?


O último pedaço de evidência entretanto é o desenho em relevo de um estranho objeto, que pode ser achado em uma caverna subterrânea abaixo do templo de Hathor em Dendera, Egito. Algumas imagens mostram dispositivos como bulbos, dentro dos quais dois pequenos braços se estendem antes do extremo largo e redondo. Estes braços são apoiados por uma coluna que se parece muito com um isolante de alta voltagem moderno. No extremo fino, entretanto, há algo como um cabo dentro do bulbo de vidro. Dele pode ser vista saindo e quase alcançando os braços na outra extremidade uma cobra, flutuando no ar. Todo o arranjo tem uma semelhança incrível com uma lâmpada elétrica.
DEND1 fortianismo DEND2 fortianismo

Seria esta a prova? Os egípcios conheciam lâmpadas elétricas? Caso afirmativo, de onde eles aprenderam o princípio? Será que eles inventaram por si mesmos ou alguém lhes ensinou?

DEND3 fortianismo

O mistério da fuligem ausente
As afirmações de que os sistemas de tumbas estão praticamente sem fuligem são de fato intrigantes. Mas não da forma assumida por muitos autores: O mistério é por que nenhuma fuligem é encontrada se todas tochas/chamas e lamparinas a estão emitindo.
Praticamente todos túmulos e pirâmides já haviam sido abertos em tempos antigos e na época de Heródoto (por volta de 470 A.C.) eram populares pontos turísticos por assim dizer. Inscrições dessa época são testemunhas dessa popularidade.
Posteriormente, desde o tempo dos árabes em torno do ano 1000 até o interior das pirâmides tornaram-se áreas turísticas. Assim, o tempo em que pesquisadores e ladrões de túmulos estiveram dentro das tumbas nos últimos 300 anos deve ser maior que o tempo ocupado pelos construtores originais. Pelo menos nesse período podemos ter certeza de que ninguém usou lâmpadas elétricas faraônicas, mas sim tochas, velas e lamparinas.
Então onde está a fuligem?




O que autores como Peter Krassa e Reinhard, que tornaram a tese de lâmpadas elétricas faraônicas conhecida ao grande público esquecem é que nós também iluminamos nossas casas, igrejas, escritórios e oficinas com velas e lamparinas em pleno século XX. E eu não me lembro de ver o castelo de Windsor, Versailles ou outras construções de esplendor tendo que ser repintadas a cada dois anos. Depois de séculos de iluminação as marcas de fuligem tornam-se reconhecíveis. Mas não durante os poucos meses ou anos que foram necessários para construir uma tumba egípcia.
Se você quiser se convencer isto, pode fabricar uma lamparina a óleo do tipo que até um homem das cavernas poderia ter usado sem muito esforço. Você só precisará de uma tigela rasa, como um cinzeiro por exemplo, um pavil com 5 a 10cm de fibra de planta natural e algum óleo comestível. Os egípcios usavam óleo de palmeira ou de oliva, e o último será suficientemente realístico para nosso experimento. É importante que o pavil não contenha fibras artificiais!!!
Agora encha a tigela com óleo, embebeda o pavil com um pouco de óleo e ponha-o na beirada da tigela, de forma a deixar aproximadamente 5-7 milímetros para fora da tigela. Acenda o pavil e observe. Se o pavil não for muito comprido, você não conseguirá descobrir nenhuma fuligem! Pegue uma superfície clara como um prato e a segure a uns 50 cm da lamparina. Você não verá nenhuma fuligem mesmo depois de horas. Apenas se você segurar o prato na parte superior da chama será possível produzir depósitos de fuligem. O mistério em torno da fuligem ausente não existe. Não é uma evidência ou prova válida de uma forma técnica de iluminação usada no Egito Antigo.



terça-feira, 1 de março de 2011

[NovaEscócia] - The Oak Island 2 - Poço de dinheiro - Segunda Tentativa




No post Muito Suspeito - The Oak Island - Ilha do Carvalho há relatos somente até a primeira tentativa de escavação do poço, hoje escreverei sobre as outras tentativas ( sem sucesso) de escavação do poço.



A segunda tentativa

Em 1849 a próxima companhia a tentar extrair o tesouro: The Truro Company, foi fundada, e a busca retorna. Rapidamente cavaram 26 metros somente para ser inundado. Decidiram tentar descobrir o que há no fundo do poço antes de tentar extraí-lo, a Truro usou brocas. E os resultados foram encorajadores.
Aos 29 metros a broca atravessou uma plataforma abetos. Então encontraram 14cm de cascalho e 77cm de algo caracterizado como "pedaços de metal". Depois, 2 metros de carvalho, mais 77cm de cascalho, 14cm de carvalho e outra camada de abetos. A conclusão foi logo tirada: teriam perfurado 2 urnas cheias de moedas. Quando puxaram a broca, encontraram pedaços de carvalho e cascas do que parecia ser de coco.
Numa das perfurações, três elos de ouro foram trazidos pela broca.
Foi descoberto que os idealizadores do poço criaram um sistema de drenagem espalhado por 44 metros de distância da praia. Cada uma assemelha-se um dedo da mão. Cada dedo era um canal cavado no barro abaixo da praia alinhando as rochas. O canal no qual preencheram com muitos centímetros de plantas marinha, e depois muitos centímetros de fibras de coco. O efeito disso é um sistema de filtragem que mantinham os canais limpos de areia enquanto a água podia passar por elas. Os dedos se encontravam no "Poço do Dinheiro" a 152 metros de distância. Mais tarde, investigações mostraram que os canais subterrâneos encontravam o "Poço do Dinheiro" entre a profundidade de 33 metros.
Para a Truro Company, a resposta agora era simples: é só bloquear a água que vem da praia e cavar o "tesouro". Sua primeira tentativa foi construir uma represa fora da praia no Smith's Cova, drenar a água, e depois desmantelar os canais de drenagem. Infelizmente uma tempestade assoprou e destruiu a represa antes de estar pronta.


A terceira tentativa

A próxima tentativa de assegurar o tesouro do poço foi feita em 1861 pela Oak Island Association. Primeiro eles limparam o "Poço do Dinheiro" até 26 metros. Depois fizeram um novo buraco a leste do poço com o intuito de interceder o canal do mar. Um novo buraco foi cavado 36 metros sem tocar em nenhum dos canais do mar e depois abandonado.
Um segundo buraco foi feito, a oeste e a 36 metros de profundidade. Eles então queriam fazer um túnel sobre o "Poço do Dinheiro". Mais uma vez a água começou a entrar no poço, bem como no "Poço do Dinheiro". Logo após um verdadeiro desastre: o fundo do poço caiu!
Esse desastre comprovaria que havia alguma saliência no fundo da ilha, e encorajou os caçadores futuros.
Por muitos anos companhias diferentes tentaram vencer o mistério sem sucesso.

Fonte: Wikipedia
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