Propósito do blog

Olá, o propósito desse blog é informar tanto leigos como experts no assunto de arqueologia, ufologia e outros carros bizarros que acontecem no mundo e permanecem sem explicação. Meu 'mentor' para criação e inspiração do blog é o Erik Von Daniken escritor de 'Eram os Deuses astronautas'.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Egito 2 - Luz de DENDERA - Iluminação elétrica nas tumbas egípcias?




Os Faraós usaram lâmpadas elétricas durante a construção de suas tumbas? Há, segundo alegam alguns, evidência para tal.
Em primeiro lugar há algo faltando: Fuligem! Em nenhum dos aproximadamente 400 sistemas subterrâneos de túmulos podemos encontrar qualquer traço de fuligem, embora os túneis e câmaras tenham sido escavados com precisão na pedra e freqüentemente tenham sido pintados de forma bem artística. As lamparinas disponíveis aos egípcios – velas, tochas, lamparinas a óleo – deixariam fuligem de forma inevitável. Então como os egípcios iluminaram tudo?


O último pedaço de evidência entretanto é o desenho em relevo de um estranho objeto, que pode ser achado em uma caverna subterrânea abaixo do templo de Hathor em Dendera, Egito. Algumas imagens mostram dispositivos como bulbos, dentro dos quais dois pequenos braços se estendem antes do extremo largo e redondo. Estes braços são apoiados por uma coluna que se parece muito com um isolante de alta voltagem moderno. No extremo fino, entretanto, há algo como um cabo dentro do bulbo de vidro. Dele pode ser vista saindo e quase alcançando os braços na outra extremidade uma cobra, flutuando no ar. Todo o arranjo tem uma semelhança incrível com uma lâmpada elétrica.
DEND1 fortianismo DEND2 fortianismo

Seria esta a prova? Os egípcios conheciam lâmpadas elétricas? Caso afirmativo, de onde eles aprenderam o princípio? Será que eles inventaram por si mesmos ou alguém lhes ensinou?

DEND3 fortianismo

O mistério da fuligem ausente
As afirmações de que os sistemas de tumbas estão praticamente sem fuligem são de fato intrigantes. Mas não da forma assumida por muitos autores: O mistério é por que nenhuma fuligem é encontrada se todas tochas/chamas e lamparinas a estão emitindo.
Praticamente todos túmulos e pirâmides já haviam sido abertos em tempos antigos e na época de Heródoto (por volta de 470 A.C.) eram populares pontos turísticos por assim dizer. Inscrições dessa época são testemunhas dessa popularidade.
Posteriormente, desde o tempo dos árabes em torno do ano 1000 até o interior das pirâmides tornaram-se áreas turísticas. Assim, o tempo em que pesquisadores e ladrões de túmulos estiveram dentro das tumbas nos últimos 300 anos deve ser maior que o tempo ocupado pelos construtores originais. Pelo menos nesse período podemos ter certeza de que ninguém usou lâmpadas elétricas faraônicas, mas sim tochas, velas e lamparinas.
Então onde está a fuligem?




O que autores como Peter Krassa e Reinhard, que tornaram a tese de lâmpadas elétricas faraônicas conhecida ao grande público esquecem é que nós também iluminamos nossas casas, igrejas, escritórios e oficinas com velas e lamparinas em pleno século XX. E eu não me lembro de ver o castelo de Windsor, Versailles ou outras construções de esplendor tendo que ser repintadas a cada dois anos. Depois de séculos de iluminação as marcas de fuligem tornam-se reconhecíveis. Mas não durante os poucos meses ou anos que foram necessários para construir uma tumba egípcia.
Se você quiser se convencer isto, pode fabricar uma lamparina a óleo do tipo que até um homem das cavernas poderia ter usado sem muito esforço. Você só precisará de uma tigela rasa, como um cinzeiro por exemplo, um pavil com 5 a 10cm de fibra de planta natural e algum óleo comestível. Os egípcios usavam óleo de palmeira ou de oliva, e o último será suficientemente realístico para nosso experimento. É importante que o pavil não contenha fibras artificiais!!!
Agora encha a tigela com óleo, embebeda o pavil com um pouco de óleo e ponha-o na beirada da tigela, de forma a deixar aproximadamente 5-7 milímetros para fora da tigela. Acenda o pavil e observe. Se o pavil não for muito comprido, você não conseguirá descobrir nenhuma fuligem! Pegue uma superfície clara como um prato e a segure a uns 50 cm da lamparina. Você não verá nenhuma fuligem mesmo depois de horas. Apenas se você segurar o prato na parte superior da chama será possível produzir depósitos de fuligem. O mistério em torno da fuligem ausente não existe. Não é uma evidência ou prova válida de uma forma técnica de iluminação usada no Egito Antigo.



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