Propósito do blog

Olá, o propósito desse blog é informar tanto leigos como experts no assunto de arqueologia, ufologia e outros carros bizarros que acontecem no mundo e permanecem sem explicação. Meu 'mentor' para criação e inspiração do blog é o Erik Von Daniken escritor de 'Eram os Deuses astronautas'.

sábado, 28 de maio de 2011

[Vídeo] - Documentário sobre Nibiru o Planeta X

sexta-feira, 27 de maio de 2011

[Especulações 1 ] - Informações sobre PLANETA NIBIRU

Alguns dados “científicos” vazados para a imprensa


1• Nibiru é um de muitos planetas que orbitam uma Estrela Escura (Dark Star) ou Anã Marrom (Brown Dwarf). Esta Estrela Escura tem ao todo sete planetas: cinco pequenos, Homeworld (o sexto planeta, do tamanho e similar à Terra) e Nibiru, o sétimo planeta – embora haja dúvidas se seja realmente um planeta.


2• Quando a Estrela Escura fica no periélio (posição mais próxima do nosso Sol), entre 60 e 70 AU (AU = Astronomical Unit – unidade astronômica igual à distância média entre a Terra e o Sol. aproximadamente 150 milhões de quilômetros, ou 500 segundos-luz / 8 minutos-luz), a órbita de Nibiru, que fica a 60 AU da Estrela Escura, possui uma órbita suficientemente alongada para atravessar nosso sistema solar, geralmente nas proximidades da órbita de Júpiter, apesar dessa órbita poder variar.


3• A inclinação orbital de Nibiru é cerca de 30 graus em relação ao nosso plano solar ou da eclíptica. Quando Nibiru atravessa nosso sistema solar em movimento retrógrado (sentido oposto em relação aos demais planetas) gera gigantescas e generalizadas perturbações electromagnéticas que afeta os corpos celestes próximos.


4• Quando Nibiru aproxima-se do nosso sistema solar interior, ele acelerará rapidamente por debaixo da eclíptica, passando atrás e por baixo do Sol antes que ele passe para cima da eclíptica num ângulo de 33 graus.




5• Do polo sul ou extremo sul da Austrália, Chile ou Argentina, Nibiru será visto pelas pessoas – a partir de 15 de maio de 2009 – como uma estrela vermelha brilhante do tamanho aproximado da nossa Lua. Ele estará se movendo de baixo – a partir da órbita da terra – para cima.


6• A partir de junho de 2011, todos na terra poderão ver Nibiru a olho nú.


7• Em 7 de setembro de 2012, dia em que Nibiru estará mais próximo da terra: somente a 1,4636 UA (219,6 milhões de quilômetros – 731,8 segundos-luz / 12,20 minutos-luz).




8• Em 21 de dezembro de 2012, Nibiru estará a 2,7950 UA (419,3 milhões de quilômetros – 1.397,5 segundos-luz / 23,292 minutos-luz) da terra. Esta não é uma data crítica para o planeta terra.




9• Em 27 de abril de 2013, entre as 6 horas da manhã até às 11 horas da noite, Nibiru estará a apenas 1,5720 UA (235,8 milhões de quilômetros – 786 segundos-luz / 13,1 minutos-luz) da terra, se afastando continuamente dessa parte da galáxia até regressar novamente em aproximadamente 5614.




Fonte: http://www.book-of-thoth.com/blogs/oddthings/

[Caixinha de Sugestões 1]


Olá caros leitores, gostaria de saber qual é a opinião de vocês sobre este blog.

-O que mais gostaram?

-Quais posts vocês gostariam de ver mais?

-Quais posts posso postar menos ou até descartar?

E quaisquer outras dúvidas, sugestões sou opiniões podem escrever nos comentários ou mandar email para:

arqueologia.misteriosa@gmail.com

Obrigada gente =D

quinta-feira, 26 de maio de 2011

[Pequena Curiosidade Noturna] - Projeto Frozen Ark




Criado pelo Museu de História Natural de Londres, chamado de 'Frozen Ark Project' (Projeto da Arca Congelada) em 2008.



Função: Manter congelados os DNAs de todas as espécies de animais, plantas e seres vivos possiveis do planeta, para caso haja alguma catastrofe, no futuro poderiamos trazer de volta as espécies.

[Lugares Curiosos do Mundo] - [Estados Unidos] - YellowStone Park






Yellowstone situa-se na ponta nordeste de um acidente geográfico em forma de U que atravessa as montanhas e que actualmente são as planícies do rio Snake. 

Esta planície em forma curva foi criada na altura em que o continente americano sofria deriva continental e passava por um hotspot ("zona quente") vulcânico existente abaixo da crosta terrestre. 

Este hotspot estava anteriormente localizado onde é hoje a localidade de Boise, no estado de Idaho. Mas a América do Norte sofreu uma deriva, à velocidade de 45 mm por ano, na direcção sudoeste, que relocalizou o hotspot até ao lugar actual.
A caldeira vulcânica de Yellowstone é o maior sistema vulcânico existente na América do Norte. É normalmente denominado como "supervulcão" porque a caldeira foi formada por acção de erupções explosivas de elevada proporção. 

A caldeira foi criada por uma erupção cataclísmica que ocorreu há cerca de 640 000 anos e que libertou 1000 quilómetros cúbicos de cinza, rocha e materiais piroclásticos (este evento teve uma proporção 450 vezes maior que a erupção do Monte Santa Helena, em 1980), formando uma cratera vulcânica com quase 1 km de profundidade e abrangendo uma superfície de 30 por 70 km (o tamanho da caldeira tem no entanto sido modificado desde essa altura).

 A formação geológica assim formada toma o nome de tufo e esta em particular passou a ser conhecida como Lava Creek Tuff. Para além deste grande ciclo eruptivo, outros dois ciclos haviam já ocorrido nesta região.


Cada erupção é de facto parte de um ciclo eruptivo maior que atinge o seu clímax com o colapso da cobertura de uma câmara magmática. Isto cria uma cratera, denominada caldeira, e liberta grandes quantidade de material vulcânico (normalmente através de fissuras que bordejam a caldeira). O tempo que medeia as três últimas erupções cataclísmicas na região de Yellowstone, variou de 600 000 a 900 000 anos. O pequeno número destes eventos eruptivos não permite que sejam feitas predições relativas à data de ocorrência do próximo evento deste tipo.





Fotos








quarta-feira, 25 de maio de 2011

[NOVIDADE!] - Egito - Pirâmides e outras estruturas descobertas no Egipto através de raios infra-vermelhos

Pirâmides e outras estruturas descobertas no Egipto através de raios infra-vermelhos

Data 25/05/2011

Documentário da BBC mostra o trabalho da arqueóloga Sarah Parcak, da Universidade do Alabama



Mais de três mil povoados, mil túmulos e 17 pirâmides foram descobertos no Egipto através de uma tecnologia de imagens por infra-vermelhos. As fotografias revelam edifícios que se encontram debaixo da terra. Este trabalho de investigação está a ser dirigido pela arqueóloga norte-americana Sarah Parcak, da Universidade do Alabama (EUA).



As escavações iniciais, feitas a partir dos dados previamente recolhidos, confirmaram já algumas das descobertas, incluindo duas pirâmides. Os trabalhos decorrem com muita intensidade há mais de um ano e estão registados num documentário da BBC.



A equipa analisou imagens dos satélites que orbitam a 700 quilómetros acima da Terra, equipados com câmaras tão poderosas que podem localizar com precisão objectos com menos de um metro de diâmetro na superfície da Terra. Os infra-vermelhos foram utilizados para tornar visíveis diferentes materiais sob a superfície.
Os antigos egípcios construíam as suas casas e outras estruturas com tijolos de barro, material mais denso do que o solo que o envolve. Por isso, as formas das estruturas de construção podem ser vistas.




Sarah Parcak afirma que os sítios encontrados são apenas os que estão perto da superfície, mas há milhares de outros sítios que o Nilo cobriu com lama ao longo do tempo. O canal televisivo BBC filmou o périplo da arqueóloga pelo Egipto na sua visita aos sítios que estavam a ser escavados para perceber se o que estava a ser encontrado suportava as informações dadas pela tecnologia.

O documentário «Egypt's Lost Cities» mostra, por exemplo, como a equipa conseguiu convencer as autoridades de Saqqara a fazer as escavações naquela área pois ali poderiam ser encontradas duas pirâmides. Este sítio arqueológico está a revelar-se um mais importantes do Egipto.
A arqueóloga considera que o momento mais entusiasmante foi a visita às escavações de Tanis, onde “estava a ser escavada uma casa com 3000 anos que tinha sido revelada, na perfeição, nas imagens por satélite”.


«Egypt's Lost Cities» vai ser transmitido na BBC1, na próxima segunda-feira, às 20h30.


                
Fonte 2: http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=49264&op=all



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